É hora de intensificar os preparativos para o Enem 2019

Abertura das inscrições é sinal de alerta para os estudantes continuarem focados nos estudos

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foram abertas nesta semana e aumentaram os ânimos e a ansiedade de estudantes e educadores. A partir de agora, o foco na preparação para a prova, que ocorre nos dias três e 10 de novembro, fará toda a diferença.

Segundo o diretor do Sistema de Ensino pH, Cláudio Falcão, depois de definir os objetivos, o estudante precisa tornar o estudo eficiente e produtivo. “O primeiro passo para vencer o desafio do Enem é o tempo. E para isso ainda dá para o aluno se exercitar, pois é necessário prática. É importante fazer os últimos exames, responder as questões simulando o dia da prova e controlando o horário”, indica Falcão.

O diretor ressalta a importância de ajudar o estudante a construir um plano de estudo, para evitar a repetição de erros do passado e para estabelecer uma rotina saudável. “Nesse momento, a prioridade é o estudo, mas não é necessário apagar todo o resto. Com planejamento, existe espaço para relacionamentos, descanso e para família, que também são importantes para o dia da prova”, completa o diretor.

As inscrições do Enem vão até o dia 17 de maio e podem ser feitas pelo site do Inep. O próprio portal elenca dicas importantes para a prova, desde sobre a isenção do pagamento de taxa até a solicitação de atendimento específico no dia do exame. O cartão de confirmação da inscrição será disponibilizado em outubro.

Vestibular de alta performance

Como preparar o estudante para vestibulares de alta performance?

Provas exigem treinamento diferenciado na área de Exatas

Os vestibulares de alta performance exigem maior domínio e compreensão na área de exatas. As questões de Matemática, Física e Química são de complexidade elevada e demandam que o estudante, além de ter conhecimento pleno na área, saiba usar a criatividade e a intertextualidade para resolvê-las.

Segundo Antônio Bonfadini, coordenador do curso ITA-IME do Colégio pH, a preparação para conquistar uma vaga nessas universidades é bem rigorosa. “Os alunos são treinados a usar maior criatividade e alternativas nas soluções dos problemas mais difíceis. Além desta preparação básica, eles são orientados a planejarem um estudo semanal, com divisão de tarefas diárias. Para acompanhar o progresso, eles realizam testes simulados semanais, aos domingos”, afirma Bonfadini.

O estudante que pretende prestar provas do ITA e do IME, por exemplo, deve ter foco nos seus objetivos e acompanhar todas as atividades programadas, desenvolvendo um programa de estudo consistente e compatível com o andamento das aulas em sala. É importante não deixar matéria acumulada e não descuidar das áreas específicas que caem na prova.

Preparação

A relação candidato/vaga no ITA é mais do que o dobro do que era em 2015. É natural, portanto, que alguns alunos comecem se preparar com muita antecedência. O ideal é que esta preparação comece logo no primeiro ano do Ensino Médio.

Caso um aluno decida só no último ano, ainda assim é possível ter um bom desempenho. Mas o candidato deve estar ciente que irá competir com vários outros estudantes bem preparados e que já estão se preparando por até três anos seguidos.

É necessário também que a preparação seja feita sem deixar de lado a formação humana dos jovens. Bonfadini afirma que a proximidade de alunos, professores e monitores faz com que isso seja possível.

“Após cada ciclo completo de testes ocorrem reuniões de “feedback” entre alunos e professores, onde são avaliados os progressos do estudante em função do planejamento feito, bem como são analisados aspectos externos que possam estar influenciando negativamente o seu desempenho. Busca-se incentivar a prática de esportes e de outras atividades lúdicas, de forma compatível com a programação acadêmica” ressalta o coordenador.

A Turma ITA-IME do pH já é o curso que mais aprovou para os vestibulares do ITA e do IME somados no Rio de Janeiro em 2018. Foram 42 aprovações de um total de 100 alunos inscritos.

Jovens e religião: como a escola entra nessa relação?

* Por: Nathalia Di Oliveira

Formamos opinião sobre política, educação, esporte, costumes e culturas. Mas e a religião? Falar sobre fé e escolha religiosa é algo complexo e que gera discussão. Quando falamos com os jovens sobre o assunto, quase sempre os ideais vindos da família estão enraizados. A maioria deles tem a religião apresentada na infância pelos pais. Sem nem saber o significado das palavras, muitas crianças já são batizadas e nomeadas de acordo com a religião da família.

E o que isso tem a ver com as escolas? Ensinar as crianças e os adolescentes de hoje sobre a importância do respeito e do conhecimento sobre algo novo pode ajudar na diminuição da intolerância religiosa, situação que ainda acomete fortemente o Brasil. Engajá-los sobre o tema não é impor uma crença, mas sim, promover a reflexão sobre a sua escolha e sobre a escolha do outro.

O jovem está em processo de construção da própria identidade, em um momento de experimentação das coisas, em busca de autoconhecimento. Ele analisa suas influências e se identifica com áreas de estudo, como humanas e exatas, para a escolha da profissão, por exemplo. Dessa forma, o jovem também pode fazer esse mesmo tipo de análise do contexto externo e interno para que tome sua decisão sobre a fé, assim como mostra o livro O Caminho que Escolhi: Por que o jovem decide seguir ou não uma religião? ’.

Falar sobre religião nunca foi tão necessário. Os jovens querem conversar sobre o assunto, pois eles sentem a necessidade de mostrar o seu ponto de vista para serem compreendidos, seja como católico, evangélico, muçulmano ou ateu. Abrir espaço para rodas de conversa em que os estudantes possam falar sobre sua escolha, entender o posicionamento do próximo, desenvolvendo a empatia e ampliando a visão cultural, pode gerar discussões respeitosas e que agreguem à vida de todos, formando seres humanos mais preparados para a complexidade do mundo e que respeitam uns aos outros no que tange às diversas questões da sociedade.

Os estudantes devem ser estimulados a debaterem sobre religião da mesma forma que discutem política e outros conteúdos aprendidos em sala de aula. Eles devem conhecer outras culturas, outros costumes, questionar, refletir e entender, mesmo que não concordem. Com esse tipo de incentivo, não interferimos na laicidade do estado e ainda promovemos o combate à intolerância religiosa, pois a falta de informação é o que gera o preconceito.

Pensando nisso, o material do Sistema de Ensino pH apresenta algumas informações sobre diferentes religiões, trazendo uma nova visão sobre o tema. Dados sobre judaísmo, protestantismo, novas correntes dentro do cristianismo, religiões afro-brasileiras, e outros conceitos pouco vistos e cercados de desconhecimento passam a ser desmistificados de uma forma em que o assunto seja visto nas escolas em sua diversidade como um campo de estudo e não como uma imposição ideológica.

O Caminho que Escolhi: Por que o jovem decide seguir ou não uma religião?

A obra, cujo objetivo é o combate à intolerância religiosa e o protagonismo do jovem no debate sobre o tema, reúne histórias de 23 pessoas, com idade entre 15 e 25 anos, mostrando o processo da escolha religiosa de cada um. São sete religiões abordadas: catolicismo, protestantismo, espiritismo, umbanda, candomblé, judaísmo e islamismo, além de filosofias como ateísmo e agnosticismo. O livro também traz especialistas no assunto como líderes religiosos falando sobre o conceito e as histórias das religiões, psicólogos para explicar a parte comportamental do jovem no processo de formação da identidade e tomada de decisão, além de teólogo e filósofo.

O livro digital está disponível para download gratuitamente no link.

* Nathalia Di Oliveira é jornalista, assessora de imprensa do Sistema de Ensino pH e autora do livro ‘O Caminho que Escolhi: Por que o jovem decide seguir ou não uma religião?’

Ser educador

Ser educador: um desafio renovador, constante e inspirador

Por: Cláudio Falcão

Educar nunca foi tão desafiador. As tecnologias e a facilidade do acesso à informação por parte dos alunos estão transformando o nosso papel todos os dias. Nesse mar de desinformação e fake news, onde o extremismo muitas vezes se torna a regra de lei, a presença do educador e do professor nunca foram tão necessárias. Na verdade, fundamentais.

Se antes éramos nós os detentores exclusivos do saber, hoje somos mais mediadores e propulsores da reflexão e do debate em sala de aula. Porque na verdade, nunca fomos reprodutores de informação, mas facilitadores/estimuladores do pensamento crítico. E é dessa forma que temos que atuar.

Nossa missão é contribuir para que o aluno seja capaz de propor soluções e/ou indicar novos problemas e questionamentos. Vivemos num mundo complexo e dinâmico, onde precisamos refletir sobre a qualidade das informações e o bom uso das mesmas. Esse é um ensinamento que não podemos perder.

Educar é preparar os indivíduos para que eles saibam lidar com as diferenças de pensamento e que sempre busquem na razão, ancorada no saber científico, o norte para os seus posicionamentos.

Por isso, os professores e educadores devem sempre buscar novos métodos de ensino (aula invertida, contextualização), criar laços que os aproximem dos alunos e inovar em sala de aula.

Também é preciso contextualizar o conteúdo, dando a ele um significado palpável para o aluno. É necessário preparar esse indivíduo para os desafios do mercado e da vida. Mas antes de mais nada, é urgente prepara-los para lidar com a diversidade de forma respeitosa e que tenham no saber acadêmico a base para suas reflexões e decisões.

Planejamento-vestibular

Principal erro na preparação para o vestibular é a falta de planejamento

Coordenador do Sistema de Ensino pH dá dicas para os futuros vestibulandos

O ano de preparação para o vestibular é intenso e exige foco e disciplina dos estudantes. São muitas matérias para serem aprendidas e revisadas e, para não se perder ao longo do ano, é necessária uma organização antes do início do período letivo.

Segundo o coordenador do Sistema de Ensino pH, Fabrício Cortezi, o erro mais comum dos alunos ocorre por causa da falta de planejamento. Nesse sentido, o ideal é montar um cronograma e obedecê-lo religiosamente. São aproximadamente 40 semanas até o Enem. Com esse entendimento, é mais fácil dividir o conteúdo a ser estudado e planejar os períodos de descanso.

“Deixar a matéria acumular é o primeiro erro. É necessário estudar, se organizar, e para isso o estudante deve seguir um planejamento factível. Desse modo, as chances de dar errado no final do ano são muito menores”, diz Cortezi.

Segundo o coordenador, é preciso se organizar para que toda a rotina se encaixe aos estudos e para que uma matéria não sobreponha a outra.

“ O Enem tem peso maior nas específicas, então é legal dedicar o período da tarde para elas. Mas é preciso tomar cuidado para não deixar as matérias não específicas de fora porque, nos vestibulares mais concorridos, são elas que fazem a diferença na hora da aprovação”, ressalta Cortezi.

Além disso, é importante aliar o estudo a atividades que aliviam o estresse. Praticar atividades físicas e estar em contato com a sociedade é fundamental para o estudante ter consciência do que está acontecendo no mundo e não se transformar em uma ilha.

SISU

Estudante deve traçar estratégias antes de utilizar o SISU

Inscrições nas 129 universidades públicas que aderiram ao sistema começam dia 22 de janeiro

O primeiro SISU (Sistema de Seleção Unificada) 2019 estará disponível entre os dias 22 e 25 e janeiro para todos os estudantes que prestaram o Enem. Na plataforma, criada pelo Ministério da Educação em 2010, é possível se candidatar para uma das mais de 235 mil vagas entre as 129 universidades públicas de todo país.

Com tantas opções, parte dos candidatos podem acabar se confundindo com o leque de oportunidades. Segundo Fabrício Cortezi, coordenador do Sistema de Ensino pH, é importante os estudantes entrarem no SISU com estratégias bem definidas.

“É preciso entrar no sistema já sabendo o curso e a universidade que se pretende fazer. Nesse tempo que antecede o cadastro é possível fazer pesquisas sobre as melhores universidades em cada área”, diz Cortezi, que indica o ranking da Folha de S. Paulo como fonte de consulta.

O coordenador afirma que o grande problema do SISU é que os alunos ficam tentados a se inscreverem em cursos e universidades que não querem apenas porque “dá para passar”. Por isso, é importante ter um planejamento sólido sobre os objetivos do futuro profissional e também ter o apoio da família, que deve endossar a escolha do filho.

As vagas que serão disponibilizadas no SISU já podem ser consultadas no site através do link, filtrando por curso, instituição e município. Cada inscrito pode escolher até duas vagas oferecidas no site. Até o último dia, é preciso monitorar a chance de aprovação porque a nota de corte oscila de acordo com o interesse dos estudantes. É possível remanejar as escolhas durante os dias de inscrição.

Cortezi afirma que as notas de corte variam de ano para ano. “O ideal é checar os últimos três anos para ter uma noção da média necessária para passar no vestibular. Mas o monitoramento deve ser constante”, conclui.

O que esperar da Educação em 2019?

Novos líderes e discussões sobre BNCC devem permear os próximos 12 meses

O ano de 2019 deve trazer novos desafios para as escolas de todo o Brasil. A partir do dia primeiro de janeiro, o atual ministro da Educação, Rossieli Soares, deixará o posto nas mãos de Ricardo Vélez-Rodríguez, indicado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro. O novo chefe da Educação já indicou em entrevistas que sua política educacional terá mudanças com o objetivo de dar mais autonomia aos Estados e municípios, seguindo o lema “menos Brasília e mais Brasil”.

“O Estado brasileiro, desde Getúlio Vargas, formatou um modelo educacional rígido que enquadrava todos os cidadãos, olhando-os de cima para baixo, deixando em segundo plano a perspectiva individual e as diferenças regionais”, disse Vélez-Rodríguez em um dos seus primeiros pronunciamentos após a nomeação. No entanto, também afirmou que é “essencial manter a continuidade para que a máquina não pare, e para que o destinatário final, que é o cidadão e as comunidades no Brasil, receba a atenção que merece”.

Segundo o coordenador pedagógico do Sistema de Ensino pH, Fabrício Cortezi, a maior expectativa em torno da Educação a partir do próximo ano deve girar também em torno da nova BNCC (Base Nacional Comum Curricular) do Ensino Médio. O texto, aprovado na última semana pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), deve ser homologado nos próximos dias e será implantado em todas as instituições de ensino até 2021.

“O Ensino Médio hoje é muito descolado daquilo que o estudante do século XXI precisa. É necessário incluir a aprendizagem socioemocional e as questões envolvendo novas carreiras, por exemplo. O texto oficial da nova BNCC ainda não foi liberado, mas já indica mudanças estruturais na grade curricular”, afirma Cortezi.

O documento aprovado promete dar uma maior flexibilidade às escolas na distribuição dos conteúdos das disciplinas. Português e Matemática serão as únicas matérias obrigatórias nos três anos do Ensino Médio. O restante será construído de acordo com as especificidades regionais de cada instituição e levará em conta o aluno, que poderá escolher se aprofundar entre linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico.

Enquanto as discussões em torno da BNCC do Ensino Médio tomam corpo, o documento do Ensino Fundamental começa a ser consolidado. “O material do Ensino Fundamental I do Sistema de Ensino pH já está todo fundamentado na BNCC.  A do Ensino Fundamental II está em processo de debate com as escolas”, completa Cortezi. O ano de 2019 promete.

Escolha da escola deve ser baseada na confiança

Sistemas de Ensino dão segurança para os pais ao mostrar resultados pedagógicos

A escolha da escola é um momento de dúvida e insegurança entre pais e responsáveis. Essa preocupação é totalmente justificável, pois atravessa questões que vão desde a preparação para o futuro profissional até a formação socioemocional de crianças e adolescentes. Por isso, é importante que essa escolha seja baseada na confiança e na sensação de segurança da família. É nesse ponto onde tocam os sistemas de ensino.

A verdade é que os sistemas de ensino, historicamente, sempre forneceram serviços de apoio pedagógico como portais, vídeo aulas, monitoria online, cursos para os professores, eventos pedagógicos, entre outros. No entanto, os materiais didáticos, em relação ao conteúdo, deixavam a desejar. Essa realidade tem mudado nos últimos anos.

“Em resumo, os pais buscam um suporte tecnológico que possibilite seu filho estudar fora da escola, que permita o desenvolvimento autônomo do aluno junto com um material didático que tenha conteúdo aprofundado. Hoje temos sistemas como o pH, com uma oferta de serviços digitais espetaculares acompanhado de um material didático com grande grau de aprofundamento”, diz Cláudio Falcão, diretor do Sistema de Ensino pH.

Falcão conta que o Sistema pH está na vanguarda da aplicação da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e tem um material focado no desenvolvimento de habilidades e competências, acompanhado de uma plataforma tecnológica que inclui ferramentas como o Plurall. Pelo aplicativo, o estudante tem acesso a 24 horas a uma monitoria online, exercícios e diagnósticos de todas as suas atividades. “O Sistema de Ensino se tornou fundamental para trazer novos alunos e encantar os pais”, completa.

 

Volta às aulas é momento de analisar desempenho e traçar plano de ação

Por: Fabrício Cortezi – coordenador do Sistema de Ensino pH

 

O retorno à sala de aula no segundo semestre requer uma série de cuidados do professor para que os estudantes reacostumem com a rotina escolar. Para começar, não dá para entrar na mesma velocidade de antes do recesso, é preciso entrar no ritmo da turma e procurar sentir como eles estão se comportando nos primeiros dias. Muitos viajaram, outros não devem comparecer nos primeiros dias. Esse é o momento do professor rever todo o planejamento do primeiro semestre e analisar o que foi ou não cumprido.

O foco desses primeiros dias deve ser analisar os dados disponíveis. Ao ver a nota dos estudantes nos dois primeiros bimestres, dá para entender como está sendo a evolução de cada turma e assim, traçar os planos de ação para o segundo semestre. Essa percepção é vista com mais facilidade também com a realização dos conselhos de classe; ali, conversando com os colegas, o professor saberá qual o melhor caminho a tomar no terceiro bimestre.

Em relação aos estudantes que irão prestar vestibular no final do ano, é importante ressaltar que a partir de agora, mais do que nunca, é fundamental controlar a ansiedade e manter a calma. Nos próximos três meses, manter a concentração e intensificar a rotina de estudos irá fazer toda a diferença. Com foco e organização, o caminho para a universidade estará garantido.

O início do segundo semestre vem junto a uma série de desafios e eles precisam ser encarados com determinação e otimismo. Quando é assim, a sala de aula se torna um ambiente muito mais produtivo. Bem-vindos de volta e bons estudos.

 

 

Adaptar sala de aula à BNCC é continuar refletindo e atualizando as práticas educacionais

Ter um material já alinhado ao documento facilita o dia a dia do professor, que tem mais tempo livre para criar, inovar e adaptar conteúdo à especificidade dos estudantes

Por: Camila Amaral – coordenadora editorial do Ensino Fundamental I

Nos próximos anos, as escolas deverão adaptar todo o conteúdo ensinado em sala de aula aos parâmetros da BNCC (Base Nacional Curricular Comum), um documento que vem sendo construído há anos por meio de muitas mãos, em um processo democrático envolvendo vários governos e ministros. Diante disso, as instituições de ensino estão em um ambiente de novidades e incertezas. Nosso compromisso, portanto, é facilitar esse processo de adaptação. Fazer isso não é reinventar a roda, mas continuar refletindo sobre as práticas educacionais, atualizá-las e modernizá-las.

O Sistema de Ensino pH vem trabalhando com centenas de profissionais para estruturar um novo material totalmente alinhado ao novo documento da BNCC. Em 2019, todas as turmas de Anos Iniciais do Ensino Fundamental já o terão em sala de aula. Nesse novo material, pensamos no papel do professor mais como mediador de processos de ensino e de aprendizagem do que como um detentor de conhecimentos.

No mundo atual, o docente não pode somente ter domínio da informação, mas sim ter a capacidade de orientar os alunos na busca pela informação. O conteúdo hoje está amplamente disponível na internet e o papel do professor é mediar esse processo de pesquisa com o estudante. Nesse sentido, é missão do pH estar ao lado das escolas para mostrar exemplos de como fazer. Como consequência disso, o pH acaba também aprendendo com as instituições nessa troca contínua, que caracteriza o próprio processo de ensino e de aprendizagem. Porque quanto mais a gente ensina, mais a gente aprende, e vice-versa.

Ter um material como o do Sistema pH facilita o dia a dia do professor pois, já sabendo que está respaldado por um conteúdo alinhado à BNCC, tem mais tempo livre para criar, inovar e adaptar o material com base na especificidade do perfil de cada estudante. Assim, consegue ter um ensino cada vez mais eficaz, assertivo, que cumpre a sua função de preparar melhores cidadãos para o futuro. Futuro este que é muito diferente do que existia cinco anos atrás e que certamente é diferente do mundo que teremos cinco anos à frente.